O que é um ataque físico?


O ataque físico á organização, em que são roubados equipamentos, software ou fitas magnéticas, constitui um método menos comum utilizado em um ataque.
O incidente mais conhecido é o de Kevin Poulsen, que roubou vários equipamentos do provedor de acesso de diversas organizações, resultando na quebra do sigilo de várias informações confidenciais dessas empresas.

O ataque físico permite que o ataque seja realizado diretamente no sistema, o que facilita as ações, pois não é necessário que técnicas de ataques remotos sejam utilizadas. Com o acesso direto ao sistema, além do roubo do próprio equipamento, é possível executar-se uma série de ações maliciosas ou destrutivas, tais como copiar documentos confidenciais, ler e-mails de terceiros, obter informações privilegiadas (como os salários de todos os funcionários ou estratégia de novos produtos), modificar arquivos importantes, implantar bombas e imaginação e a intenção do atacante é que vai limitar as ações no sistema a que ele obtém acesso físico, de modo que ele pode simplesmente destruir todas as informações, se assim desejar.

O acesso direto ao sistema é uma das facetas dos ataques físicos, os quais podem possuir dimensôes ainda maiores. O controle de acesso físico, por exemplo, é uma delas, e deve ser utilizado para minimizar possibilidades de ataques físicos diretamente aos sistemas. Assim como a abordagem utilizada pelos firewalls, o control de acesso físico também deve ser planejado em diferentes níveis. O acesso ao prédio, por exemplo, deve ser controlado para que a entrada da grande maioria dos suspeitos seja controlada. Dentro da organização, o controle a salas restritas também deve ser controlado, bem como sua locomoção interna. Com isso, problemas como o acesso a sistemas desbloqueados pode ser evitado, sejam eles servidores ou workstations. As consequências do acesso a uma workstation de um funcionário distraído podem ser perigosas, como em um simples caso em que um e-mail falso é enviado para clientes ou parceiros de negócios. Documentos falsos também podem ser introduzidos no sistema interno com o uso dessa workstation, bem como o acesso a projetos pode perimitir sua cópia.

O controle aos servidores tem de ser o mais restritivo possível, com um sistema de identificação eficiente. O uso de crachás, combinado com um sistema de biometria, é interessante, pois um crachá perdido não pode ser reutilizado para acessos indevidos á sala de servidores. Os problemas relacionados com ataques físicos podem ser minimizados com esse tipo de controle de acesso, que pode ser melhorado ainda mais com o uso de câmeras de vídeo, por exemplo. O acesso a sistemas telefônicos também deve ser considerado, pois eles podem dar acesso remoto a sistemas importantes da organização.

A política de segurança possui um papel fundamental para que os riscos envolvidos com ataques físicos sejam minimizados. Fazer com que todos os funcionários bloqueiem sua workstation quando não a utilizam é um dos pontos importantes, bem como não deixar documentos confidenciais em cima da mesa, pois pessoas de outras organizações podem circular pelo ambiente interno e obter informações simplesmente olhando para eles, os fotografando ou até mesmo os roubando.

Outros problemas relacionados a ataques físicos são o uso de sniffers ou analisadores de protocolos para capturar informações e senhas e a implantação de hardware para capturar tudo que o funcionário digita (keystroke logger). A perda de sigilo decorrente do uso dessa técnicas é uma ds mais encontradas nas organizações.

Além dessas aspectos relacionados a ataques físicos, outros aspectos estão envolvidos com a disponibilidade das informações. Situações como terremotos, furacões, incêndios ou enchentes devem estar previstas pela política de segurança, pois elas causam interrupção dos negócios e consequente perda de receita

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